Nuit Blanche

Agosto 16, 2007

Nuit Blanche significa, numa tradução livre, algo como “passar a noite em claro”. E é exatamente isso que o evento propõe: aproveitar a soirée parisienne e passear pelas ruas da cidade e seus arredores.

A Nuit Blanche tem como objetivo levar as pessoas às ruas, para interagir com a arte contemporânea. Num espaço de 12 horas – das 19hs do sábado às 7hs da manhã do domingo – o público tem acesso livre a diversos locais e pontos turísticos transformados por artistas renomados, aproveitando para colocar a cultura em dia. Durante o evento, são organizadas aproximadamente 120 manifestações de arte contemporânea, música e dança em vários monumentos, museus e igrejas – como a Basílica de Sacré Coeure em locais insólitos, como o parque no centro do hospital da Pitié Salpêtrière.

Na frente de museus e monumentos – como o Centre Pompidou e o Grand Palais – as filas, em geral, dão voltas no quarteirão e testam a paciência e energia dos visitantes insones. Em 2005, a Nuit Blanche foi a última ocasião para o público apreciar as duas Esferas de Coronelli, oferecidas ao rei Louis XIV, no interior do Grand Palais, com luz e som criados especialmente para os 15 dias de duração do evento “Ondes visibles”. Nesse mesmo ano, na margem esquerda do rio Sena, foi projetada uma fotografia do Cristo Redentor na fachada da catedral de Notre Dame, em homenagem ao Ano do Brasil na França.

Para facilitar o acesso a todos os eventos, a prefeitura de Paris coloca cerca de 2.000 bicicletas à disposição dos habitantes, gratuitamente e em vários pontos da cidade, até as 7hs da manhã do domingo seguinte. Os famosos Bateaux Mouches também circularam durante a noite pelas águas do Sena e, em caso de dúvida, há sempre voluntários espalhados pela cidade atendendo ao público.

A idéia agradou tanto que várias cidades já realizaram uma Nuit Blanche – dentre elas Madrid, Roma, Bruxelas e Montreal. Além do centro de Paris em si, os arredores da cidade também são transformados por artistas contemporâneos: no Château de Versailles, no ano passado, ocorreu o evento “Versailles Off” durante a Nuit Blanche, quando vários artistas realizaram criações em nove pontos do monumento. O mais interessante, a meu ver, foi a criação do artista francês Thierry Dreyfus, que substituiu a água pelo fogo no Bassin du Dragon – fonte localizada no centro dos jardins do castelo.

Les Infos: A Nuit Blanche desse ano ocorrerá no dia 6 de outubro, das 19hs às 7hs da manhã. Uma ótima oportunidade para revisitar a cidade de um outro ângulo, noturno e inusitado.

Nuit Blanche  Nuit Blanche  Nuit Blanche

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¿Hablas Español?

Agosto 12, 2007

Not really, no, no hablo español! Já proferi essa frase incontáveis vezes para americanos – afinal, todos nós sabemos da peculiaridade que eles ostentam acerca de noções geográficas e culturais externas ao seu próprio County – mas acreditava que na Europa seria diferente. Sim, fui ingênuo.

Aparentemente, as únicas pessoas que tinham conhecimento do idioma oficial falado no Brasil eram os próprios sul-americanos – basicamente argentinos e chilenos, mais abundantes em Paris – que ficavam extremamente embaraçados quando ouviam tamanha gafe por parte dos franceses. Aw-kward!

No início, de fato, ainda perdura aquela velha vontade de doutrinar essas pobres almas ignorantes, mesmo porque o fato ainda é engraçado. Com alguns dias, eu já estava saturado de ouvir as mesmas piadinhas quando alguém sabia que eu era brasileiro, e já vinham com um “buenos dias”, seguido de um sotaque deplorável. Talvez a situação me irritasse tanto porque não gosto de Espanhol – nem falo – ou até mesmo porque a pronúncia dos franceses era tão brilhante que, fora do contexto, seria impossível distinguir aquilo como outro idioma, e sim apenas um monte de mumble jumble en français.

Apesar de todas as evidências, fiquei surpreso ao ver que o site de cinema e entretenimento francês Allociné classificou um filme brasileiro como obra estrangeira, contendo legendas em Francês e idioma oficial em… Espanhol! Sim, difícil de acreditar. But don’t take my word for it: dê uma olhada nesse link e verás não apenas a classificação em “Espagnol”, mas também alguns protestos – provavelmente de brasileiros – retificando que no Brasil se fala Português, mais c’est bien sûr!

E quanto aos meus hosts? Bom, eles não pareciam muito seguros quanto ao idioma falado no Brasil, muito embora nunca tenham tido oportunidade de poser la question – esclareci tudo beforehand. Mais c’est pas grand chose. Eles foram incríveis anyways. No final das contas, aprendi a aceitar que esse bug contamina praticamente o mundo todo. Aonde quer que você vá – fora da America Latina, diga-se – encontrará invariavelmente a pergunta “¿Hablas Español?” ao ser identificado como brasileiro. Just deal with it ‘n move on.

Au Lapin Agile

Agosto 9, 2007

Os cabarés simbolizaram, durante a Belle Époque, um ícone de diversão e entretenimento tipicamente francês – e se infiltraram na cultura parisiense, de forma análoga aos pubs na sociedade londrina.

Provavelmente o cabaré mais famoso de Paris seja o Moulin Rouge, construído em 1889 e situado em Pigalle, bairro peculiar próximo a Montmartre. Entretanto, caso você queira ir a um autêntico cabaré parisiense, uma boa opção é o Au Lapin Agile, o mais antigo cabaret artistique da capital francesa.

Durante a Belle Époque, surgiu na colina de Montmartre uma grande quantidade de cafés, restaurantes e cabarés. O Lapin Agile, no entanto, foi um dos poucos estabelecimentos do bairro que conseguiu atravessar o séc. XX sem perder sua essência, em grande parte devido ao impulso artístico gerado por Fréderic Gérard – AKA Père Frédé – a partir do momento em que assumiu sua direção.

Criado em 1860, o cabaré conserva até hoje o seu aspecto exterior com árvores e um jardim com cerca de madeira que remetem a um Montmartre bucólico do séc. XIX. A pedido do proprietário, o caricaturista André Gill, cliente da casa, pintou o letreiro do cabaré – um coelho saltando do interior de uma panela – que foi assinado como A. Gill. Daí vem a origem do nome: o Lapin A. Gill (coelho A. Gill) transformou-se, naturalmente, em Lapin Agile (coelho ágil).

Todas as noites, no Lapin Agile, o público ajuda a reavivar esse patrimônio parisiense. Ele participa do espetáculo, enquanto saboreia as tradicionais cerejas à l’eau de vie e escuta canções em frente à lareira do Père Frédé, em uma atmosfera de outros tempos. Sem dúvida, uma grande oportunidade de reviver momentos singulares da cultura francesa, similares àqueles retratados por Toulouse-Lautrec.

Les Infos: Endereço: 22, Rue des Saules, 75018, Paris. Tel.: +33 (0) 1 46 06 85 87. Metrô: Ligne 12 – estação Lamarck Caulaincourt. Aberto todos os dias, das 21h às 2h, exceto às segundas.

Au Lapin Agile  Au Lapin Agile  Au Lapin Agile

Éclairer la Lanterne de Quelqu’un

Agosto 5, 2007

O termo em questão significa “explicar alguma coisa a alguém”. Traduzindo-se literalmente, entretanto, a expressão assume o seguinte significado: “acender a lanterna de alguma pessoa”. 

Essa é uma referência à fábula de Florian, que conta a história de um homem que tinha uma lanterna mágica e um macaco arteiro. Um dia, enquanto seu mestre estava ausente, o macaco roubou a lanterna e realizou um espetáculo para os outros animais do vilarejo; ele usou a lanterna para simbolizar o sol e para explicar o surgimento do mundo. Entretanto, os telespectadores não entenderam nada do que o macaco havia narrado, pois  ele esquecera de acender a lanterna…

Hoje em dia, quando as pessoas falam em “éclairer sa Lanterne” ou perguntam “Qui peut éclairer ma lanterne?”, estão se referindo ao esclarecimento de algo ou pedindo informações que possam elucidar suas dúvidas a respeito de algum assunto. Alors, j’espère avoir éclairer vos lanternes!

Les Deux Tours

Agosto 3, 2007

La Tour Eiffel é o monumento mais visitado do mundo e talvez aquele que inspire mais reações: há quem adore, e há certamente quem deteste. Criada para a Exposição Universal de 1889 – cem anos depois da Revolução Francesa – a Torre recebeu seu nome em homenagem ao seu criador, o engenheiro francês Gustave Eiffel.

A Torre é magnífica; vista de perto é ainda mais bonita, sendo uma atração imperdível em Paris. O único problema são as filas intermináveis. Pelo Pilar Sul, é possível subir a pé até ao segundo andar – contando com muita disposição e um excelente preparo físico, diga-se. Mas caso você queira subir até o 3ème étage, ou não esteja disposto a enfrentar uma escalada de 115 metros pelos 1.665 degraus que levam ao segundo andar, o jeito é mesmo esperar nas filas para subir de elevador.

Dentre os 3 andares existentes, o primeiro é o mais turístico deles: tem 2 restaurantes excelentes, lojas que vendem souvenirs e outras bugigangas pra turista, além de um correio, de onde é possível enviar postais com carimbo da própria Torre. 

Entretanto, se você não tem como objetivo perder uma manhã ou uma tarde exclusivamente para visitação da Tour Eiffel, há outras alternativas: é possível se ter uma vista magnífica deste monumento de outros pontos da cidade – subindo no Museu Georges Pompidou, em Notre Dame, no Arco do Triunfo, no último andar das Galerias Lafayettes, em Montmartre, no Trocadéro e, sobretudo, na Torre  Montparnasse.

Esta outra Torre, localizada no bairro de mesmo nome, possui 56 andares e uma vista realmente impressionante. Os franceses odeiam a Torre Montparnasse, e costumam brincar, dizendo que é preferível subir na Montparnasse do que na Eiffel, já que, dessa maneira, a visão que se tem é da bela paisagem parisiense, com a Dama de Ferro ao fundo. De outro modo, a vista é perturbada pelo arranha-céu que ascende ao sul da cidade. 

Les Infos: A Torre Montparnasse está aberta todos os dias, das 9:30 às 23h e a entrada custa 9.50 (adulto) e 4.00 € (criança). Endereço: a Torre está localizada em frente à Gare Montparnasse. Metrô: Linhas 4, 6, 12 e 13 – estação Montparnasse Bienvenue. A Torre Eiffel fica ao leste da cidade, em frente ao Palais du Trocadéro. No site oficial, é possível se obter informações acerca do custo das tarifas e horários de visitação, que variam ao longo do ano.                   Metrô: Ligne 6 – estações Bir-Hakeim ou Passy, Ligne 8 – estação École Militaire, Ligne 9 – estação Trocadéro. RER: Ligne C – estação Champ de Mars Tour-Eiffel. Bus: 42, 69, 72, 82, 87.

Les Deux Tours  Les Deux Tours  Les Deux Tours

Les Deux Tours  Les Deux Tours  Les Deux Tours

Les Deux Tours  Les Deux Tours  Les Deux Tours

Les Deux Tours  Les Deux Tours  Les Deux Tours

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Les écharpes

Agosto 2, 2007

Foulard, écharpe, étole, châle, carré – os franceses têm tantas denominações para um mesmo acessório, que não é de surpreender que seu uso seja igualmente diversificado.

Pode vir amarrado à frente do manteau com um simples nó. Ou com uma das pontas livres e a outra por sobre o ombro. Com duas voltas ao redor pescoço finalizadas por um nó central, e suas pontas escondidas dentro do pardessus. Ou então enlaçados nas alças das bolsas, nas cinturas, em torno da cabeça prendendo os cabelos, ou por cima dos casacos, originando um xale.

As écharpes têm tamanha versatilidade que seu uso parece ser limitado apenas pela criatividade. Muito embora não haja, aparentemente, um denominador comum entre as diversas maneiras de ostentar o acessório, as francesas parecem concordar em um único aspecto: carrés Hermés.

Os carrés Hermés são, talvez, um dos símbolos franceses mais fortes no que tange à moda. Passam de uma geração para outra e fazem parte do patrimônio e da história das famílias francesas, como os móveis e as obras de arte. Desenhados por artistas conhecidos, os lenços seguem um longo processo de fabricação, necessitando em média 24 cores diferentes durante sua execução. O resultado é refletido na excelência da qualidade.

Entre tantas cerimônias e rituais franceses, os scarfs figuram ainda, soberanos, como símbolo da tradicional elegância parisiense – desde os dias frios de outono, até as agradáveis e ensolaradas manhãs de primavera. Afinal, quando as folhas caem, as francesas não hesitam em adquirir cada novo modelo para compor sua coleção.

Haussmannian

Julho 28, 2007

Uma das coisas que faz Paris ser Paris é sua arquitetura, sem dúvida. Os prédios que margeiam o serpentear de ruas, avenidas e boulevards são responsáveis por grande parte do charme da capital. São antigos, mas nem tanto – a maioria foi construída no final do século XIX, durante as obras de urbanização da cidade, chefiadas pelo Barão Haussmann.

Desde então, Haussmann virou adjetivo – e nos classificados é fácil encontrar apartamentos ao estilo haussmannian.

As fachadas desses edifícios têm uma característica particular, com suas varandas (balcons) e janelas que deixam entrar bastante luz. Por dentro desses prédios, depois de passar pelas duas primeiras portas, moradores ou visitantes se encontram, normalmente, diante da escada que leva até o sexto andar – em geral são seis, mas há aqueles prédios com quatro ou cinco andares também. Os corrimãos são de madeira, e um tapete sobe junto com os degraus.

Pelo simples fato de não existirem na época, não há sinal de elevadores na maioria desses prédios. Mas, com as conveniências da modernidade, alguém teve a idéia de aproveitar o pequeno vão que algumas escadas têm para arquitetar algo muito próximo a um protótipo de elevador: são cubículos onde entram dois magros de lado, e o contato físico é inevitável – aqueles acima do peso precisam, invariavelmente, subir de escada.

Esse era exatamente o cenário do edifício onde eu morei: 5 andares, com sua luxuosa escadaria de madeira, tapete cobrindo os degraus e abafando o irritante som do seu estalar, além do minúsculo elevador – espremido no vão da escada – e que mais servia para compor o ambiente do que para uso dos moradores…

Os haussmannian podem impor dificuldade na hora de chegar em casa, c’est sure, mas conservam o charme, apesar da idade. E, convenhamos: em Paris, é preciso certa dose de charme para se viver.

Haussmannian  Haussmannian  Haussmannian

Haussmannian  Haussmannian  Haussmannian

Haussmannian  Haussmannian  Haussmannian

La Geode

Julho 26, 2007

La Geode é uma super sala de cinema, de forma esférica, projetada pelo arquiteto e urbanista francês Adrien Fainsilber. Foi inaugurada em 1986 e está situada no Parque de La Villete, ao norte de Paris.

A sala tem uma das maiores telas de cinema do mundo, e sua conformação hemisférica acomoda 400 poltronas inclinadas, voltadas para uma tela gigantesca de 1000 m². A superfície externa espelhada é um espetáculo à parte num dia ensolarado de verão.

Além dos filmes tradicionais, o cinema também tem em cartaz diversos longas em 3D, como o Safari Sauvage e o Dinosaures – uma espécie de documentário sobre os répteis pré-históricos que, segundo informa a programação do site, é de exibição exclusiva do La Geode.

Em termos comparativos, a sala no interior da abóboda espelhada está muito aquém de outros cinemas parisienses – como o Gaumont Champs-Elysées, por exemplo – mas vale à pena a visita. Nem que seja para apreciar a singularidade imponente que ela apresenta num dia claro de sol, refletindo por toda a superfície a bela paisagem do Parque de La Villete ao seu redor.

Les Infos: Endereço: 26, Av. Corentin Cariou, 75019, Paris. Metrô: ligne 7 – estação Porte de la Villette. Ônibus: n° 75 – estação Porte de la Villette.

La Geode  La Geode  La Geode

La Geode  La Geode  La Geode

La Geode  La Geode  La Geode

La formule ou à la carte?

Julho 24, 2007

Em Paris, existem basicamente duas maneiras de se desfrutar uma refeição num restaurante tradicionalmente francês: pela “formule”, ou pela “carte”. 

Tipicamente, se vê por todos os lados – nas entradas dos estabalecimentos – o menu du jour (escrito quase sempre em giz branco), além de duas outras informações adicionais: o preço da formule e os preços de alguns dos principais pratos do dia.

Fazendo o pedido à la carte, escolhem-se os pratos desejados, acompanha- mentos, sobremesas e tudo o mais, como é feito em qualquer lugar. Os preços, obviamente, variam de acordo com as escolhas feitas.

Entretanto, ao escolher a formule, você estará pagando um valor fixo por uma combinação de pratos, e poderá fazer as escolhas que montarão sua refeição com base na lista de opções oferecidas pelo restaurante.

Parece complicado? Mas não é. Muito simples, inclusive. Funciona assim: o estabelecimento determina os preços das combinações, que geralmente são entrée + plat, plat + dessert ou entrée + plat + dessert, podendo haver outras variações, logicamente. Depois de selecionar a combinação que mais lhe convém, você poderá escolher sua entrada, seu prato principal ou sua sobremesa com base na lista – contendo inúmeras opções – que o restaurante oferece.

No final, independente das escolhas feitas, você pagará o valor pré-determinado da formule escolhida. No geral, formules da combinação entrée + plat + dessert custam, em média, 16€.

Dependendo da situação, vale muito a pena se escolher a formule completa, com entrada, prato principal e sobremesa. Além de saborear uma refeição tipicamente francesa, acaba saindo por um preço ainda mais em conta que escolhas à la carte.

Mona Lisait

Julho 22, 2007

Mona Lisait

A Mona Lisait é uma livraria bastante simpática e barata, que apresenta atualmente 6 lojas espalhadas por Paris. Acabei descobrindo-a por acaso, quando passava por Chatelet, e resolvi dar uma olhada na vasta coleção de livros espalhados pela rua.

Nesta livraria, você consegue encontrar praticamente de tudo – e com preços bastante acessíveis. Não é a melhor livraria de Paris, e nem se compara com o poder da Gilbert Jeune em relação a literatura e livros de segunda mão. Mas tem seu charme. 

A Mona Lisait é perfeita para se comprar esses livros grandes de arquitetura, decoração, arte e moda – bons para deixar sobre uma mesa, apenas compondo o ambiente, ou para serem devorados com os olhos, pois são verdadeiros guias ilustrados. A coleção sobre cidades – Paris, Amsterdam, Roma, Egito, dentre muitas outras – é excepcionalmente espetacular.

Os preços são menores que os das outras livrarias e a oferta é vasta. Além disso, depois você pode sair, parar num café e desfrutar de uma boa leitura. Enfin, c’est Paris!

Les Infos: A Mona Lisait dispõe de lojas nos seguntes locais: Chatelet – Hôtel de ville, Le Marais, Les Halles, Les grands boulevards, Jussieu – Rue des écoles e Odeon – St Michel. No site, já é possível comprar seus livros online.